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HARPA

quinta-feira, 2 de junho de 2011

CONFISSÃO DE FÉ

Nosso papel, como Igreja do Senhor, é manter firme e ousadamente esta declaração: em tudo seremos atribulados, mas jamais angustiados; em tudo seremos perplexos, mas nunca desanimados; em tudo seremos perseguidos, mas em nenhuma hipótese desamparados; poderemos até ser por algum tempo abatidos; mas nunca seremos destruídos (II Cor. 4:8,9). 

E OS NOSSOS DIREITOS?


Uma coisa me chamou a atenção na última “Parada Gay” na cidade de São Paulo; foi o grito por Direitos Iguais. Isso me despertou para ver como andam os meus próprios direitos no Brasil. Levando-se em consideração que sou homem, brasileiro, 32 anos, sem deficiência física, branco, classe média e heterossexual; comecei a me preocupar com a escassez de direitos dirigidos a minha pessoa.

Como sou homem, se esvaem pelas mãos os direitos próprios da mulher. A isonomia nesses casos iguala as mulheres em todas as coisas, menos nas que os homens seriam beneficiados com a ‘igualdade’. Tudo bem; abrimos mão de tudo pela fragilidade feminina.

Não sou estrangeiro, por isso não possuo alguns direitos dentro do meu próprio país que eles possuem. Um protecionismo internacional que só vejo precedente nos Estados Unidos. Lá eu tenho mais direitos que aqui: Soy latino!


Minha idade é uma lástima. Não tenho direito às leis de proteção à infância e adolescência nem à juventude; mas também ainda não cheguei à boa idade e me escapam os direitos dos idosos. Também não tem problemas, amamos as cãs e mesmo que não houvesse leis específicas creio que todos nós cederíamos os primeiros lugares nas filas para eles (e as grávidas, mães de colo e deficientes sem problema nenhum).

E por falar em deficientes, eu não tenho deficiência física e, conquanto assine em baixo as leis de proteção aos deficientes, temos o exemplo máximo de um dedinho que torna um homem inválido para ser torneiro Mecânico, mas o habilita a ser Presidente da República. Que país!

Sou branco. E por mais que espere o verão para ‘pegar uma corzinha’ não se reserva cotas específicas aos bronzeados artificialmente. Por vezes me sinto discriminado com essas coisas.

Como pertencente à classe média, a coisa é muito esquisita. Não sou apto para ser beneficiado por nenhum dos projetos paternalistas do Governo ao passo que não tenho recursos para não me preocupar com a situação financeira – tenho esposa e dois filhos para cuidar.

Mas o grito Gay para mim foi o mais interessante. Assustador, até! O que significa Direitos Iguais? Primeiro, eles querem ser tratados como um sexo – mas não são; querem ser tratados como uma raça – mas não são também. Mais ainda, querem ter todo o direito de liberdade de expressão (mesmo que invadindo preceitos de retidão e caráter), mas lutam para que alguém como eu – notadamente minoria – não tenha sequer a possibilidade de criticá-los (PL 122 - Lei da Homofobia).

Quanta incoerência! Tentam se utilizar do Artigo 5º da Constituição Federal, mas interpretam ao seu bel prazer. Se não há distinção – porque eles buscam a distinção? Se tivermos liberdade de crença, por que não posso crer que o homossexualismo é pecado segundo a Bíblia que creio afirma? Se tivermos liberdade de expressão, por que não querem ouvir pela minha livre expressão que eles estão errados na escolha deteriorante que fizeram?

Mais incoerência. Ao falar contra o homossexualismo somos acusados de racistas. Certamente isso é uma grande loucura; racismo existe (infelizmente) entre brancos, negros, índios (até argentinos), mas homossexual não pode ser considerado como raça ou sexo. Sabemos da existência de dois sexos: macho e fêmea; homem e mulher. A terceira é a via da aberração – falo sem qualquer preconceito, mas com convicção.

Como parte de uma ínfima minoria: masculina, brasileira, branca, adulta e heterossexual eu não conseguirei juntar 3 milhões de minha espécie na Av. Paulista, e, por isso, sozinho aqui, do meu dia-a-dia no Piauí, levanto a bandeira em passeata solitária: onde estão os meus direitos?

quinta-feira, 5 de maio de 2011

DEDICATÓRIA E TESTEMUNHO - "EU VOU SUBIR... E VOCÊ?"

          Este livro é dedicado primeiramente à “YESHUA MASHIACH”, o Senhor Jesus:        
          “Aquele que foi manifestado na carne, justificado em espírito, contemplado por anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo e recebido na glória” (I Tm 3.16).
          Dedico ainda à “família Ambrósio” e toda minha parentela, na fé de que ainda estaremos juntos quando o Senhor nos chamar para morar no Céu.
          Claro que também não poderia deixar escapar a oportunidade de fazer menção da minha doce e inesquecível  DUDA - MARIA EDUARDA DIAS DE OLIVEIRA. Uma criança muito especial e diferente, de olhar intensamente expressivo. Mesmo falando apenas poucas palavras, ela demonstrava amar a Jesus e Sua Igreja. E cultuava a Deus como uma “verdadeira adoradora”. Impossível esquecer os momentos em que ela levantava as mãozinhas e dançava na presença do Senhor; sempre rodeando o altar. Por isso, entendemos que Jesus amou seu “perfeito louvor” e a tomou para Si aos 17 meses de idade; para o espanto de todos os que a conheceram.
         Em seu último gesto terreno, numa manhã de sexta-feira, ela mergulhou nas águas da piscina em nossa residência; muito usada para “batismo de novos convertidos”. Assim, podemos afirmar que, de forma incontestável, ela cumpriu até mesmo a ordenança bíblica do batismo, em sua breve trajetória de vida. Foi desse modo surpreendente que Jesus a “arrebatou”, no dia doze de dezembro de 2008, num piscar de olhos.
         Por que “arrebatou”...? Porque ninguém pôde explicar, nem mesmo os bombeiros e médicos que a socorreram, o que realmente sucedeu com ela. Embora a Duda tenha permanecido desacordada o tempo todo, ela ainda sobreviveu por mais de duas horas sob cuidados médicos. E, incrivelmente, não encontraram nenhum vestígio de água nos pulmões. Ora, então não foi um afogamento! Isto nos levou a questionar: “como”...?  Evidentemente, o Senhor a arrebatou!
       E este foi o primeiro arrebatamento que tivemos o privilégio de presenciar, um fato verdadeiramente extraordinário. Restou a saudade dolorida de sua presença alegre e marcante, mas sabemos que a Duda agora está nos céus do Senhor, onde um dia pretendemos chegar. Podemos até vislumbrar o sorriso dela, dançando e louvando na magnífica sala do Trono Branco de Deus!



video


                                          ADEUS!!!

LIVRO: "EU VOU SUBIR... E VOCÊ?"


Caso você não se interesse em ler no momento, 
guarde bem este livro!

Por quê? Certamente, você, ou quem sabe alguém mais próximo, precisará dele quando tiver que enfrentar Satanás em carne, durante o governo do Anticristo. Ou vencemos o pecado, o mundo, e Satanás; ou somos por eles vencidos. Não há grupo neutro, nem como escapar de todas essas coisas que têm de suceder. A Bíblia afirma que virão tempos terríveis, sobre este mundo já maduro para o juízo!  Somente aqueles que amam e crêem em Jesus Cristo escaparão de dias tão terríveis, como nunca houve e nem haverá jamais!


                                            APRESENTAÇÃO

            Há mais de trinta anos, já ardia em meu coração o desejo de conhecer e compreender os mistérios de Apocalipse. O fato é que muitas pessoas relacionam a volta de Cristo com destruição e fim do mundo; mas a Bíblia apresenta esse evento como um novo começo. Por isso, após a minha conversão ao Senhor Jesus Cristo, a intenção era de poder compartilhar tudo o que ia aprendendo a respeito.  A fome pela Palavra de Deus me consumia. E, durante mais de doze anos, esta mensagem foi sendo elaborada através de estudos bíblicos, além de pesquisas em livros, filmes e pregações. A conclusão, claro, veio da direção do Espírito Santo, através de muita oração e jejum.
            Muito se escreve a respeito, pois é tolerável uma ampla e diferenciada abordagem em sua interpretação. Isto porque ainda não temos a plena compreensão de todas as visões reveladas ao Apóstolo João. Deus também ordenou ao profeta Daniel para selar as profecias de seu livro para os tempos do fim.   Agora é o tempo em que alguns entenderão as revelações; mas nenhum ímpio ou rebelde entenderá. Os crentes genuínos receberão o entendimento que vem do alto, mas antes serão purificados por Deus mediante muitas provações (Dn 12.9-10). E nenhuma revelação jamais poderá estar acima da autoridade das Escrituras Sagradas.
            Qualquer pessoa, religiosa ou não, pode perceber que este mundo caminha para a sua autodestruição. Os valores estão invertidos; muitos oportunistas se envergonham da honestidade e outros consideram a virtude uma tolice. Todos querem estar no auge e apreciam levar vantagem em tudo. No mundo ninguém ama mais ninguém.
            Catástrofes são cada vez mais frequentes.  Há poucos anos, o fenômeno de um “Tsunami” chocou o mundo e deixou um saldo de 280 mil mortos na Ásia, além de muitos desabrigados. A intromissão da mão predadora do homem na natureza, explorando seus recursos, desestabilizou o equilíbrio do ecossistema; de forma que, em um curto período de tempo, poderá ocorrer um colapso nos sistemas de manutenção da vida no planeta. Isto significa que estamos caminhando na direção de uma crise global de proporção sem precedentes.
            Diante disso, a redução dos recursos terrestres e a degradação da qualidade de vida são inevitáveis, gerando um fortalecimento nos conflitos armados, aumentando o poder de matar. Pouquíssimas pessoas no mundo detêm grande parte dos recursos econômicos, enquanto a imensa maioria vive abaixo da linha de pobreza. Hoje vivemos em numa relação de indiferença para com a miséria dos outros, numa cultura completamente individualista e amante de si mesma. Enquanto isso, a fome, a ignorância e a violência aumentam. 
            Cristo falou em guerras e rumores de guerra, mas não anunciou que o mundo acabaria numa guerra mundial ou em conflito nuclear; Ele apenas apontava o dedo profético para a era atômica de hoje. As grandes potências mundiais gastam bilhões de dólares anuais em assuntos militares. Uma única bomba atômica de 25 megatons é capaz de aniquilar mais de 10 bilhões de pessoas de uma só vez. Os sofisticados armamentos e implementos de guerra, fora do controle das grandes potências, somados ao desdobramento terrorista tem sido motivo para provocações e hostilidade entre o Ocidente e o Oriente.
            Nação se levantando contra Nação, fomes, pestes e terremotos em vários lugares são os sinais que demonstram que este é o tempo que Jesus denominou como princípio das dores, no sermão profético proferido em Mateus 24. Ou seja, uma alusão à “mulher em trabalho de parto”; em pleno momento de agonia durante as contrações de seu útero. Agora, toda criação suporta angústias e geme pela redenção e, sem dúvida, já estão se cumprindo todos os sinais que apontam para a iminência da volta de Jesus.
            Dizem que sempre tivemos guerras, doenças e fome; mas não foi isso que Jesus quis expressar. A dor em si mesma não é o sinal. Ele quer chamar a nossa atenção para o fato de que “as dores vão se intensificando”, em intervalos cada vez menores, à medida que chega o momento da criança nascer.  No fim dos tempos, os sinais são cada vez mais intensos e freqüentes, assim como as dores que antecedem o parto.
            A violência, o terror imprevisível e a deterioração dos relacionamentos geram medo e depressão. Essa perversidade que impera no mundo de hoje é conseqüência do pecado desenfreado, da decadência moral e espiritual da humanidade sem Deus.
            Alienados de Deus, nós nos tornamos alienados uns dos outros, e até de nós mesmos; deixando que o vazio dessa existência nos domine. O acúmulo da maldade é um dos maiores indícios de que esta é a última geração do velho globo. E, assim como sucedia nos tempos de Noé, essa corrupção geral está preparando as condições para o governo anticristão e também precede o retorno de Cristo (Mt 24.37).
            O amor tem se esfriado, os escândalos e traições são cada vez mais frequentes nos relacionamentos corrompidos. Jesus ainda nos advertiu que, nesta época, muitos virão em Seu Nome e farão prodígios de mentira, seduzindo multidões para uma falsa religião. Por isso, precisamos usar de muita cautela e vigilância, para que ninguém nos engane. A sedução de Satanás multiplicará a iniquidade e produzirá a apostasia, um esfriamento espiritual que precederá o final dos tempos. A mentira, a maldade e a corrupção moral estão atingindo limites máximos.
            Nem os incrédulos podem negar a evidência do caos que tem se instalado em todas as esferas da atividade humana; e já estão atemorizados pela expectativa das coisas que hão de ocorrer. Porque, de certo modo, não podem negar que há um Criador Todo Poderoso e que “a Bíblia é a Palavra de Deus”, quer aceitem a sua autoridade ou não. E também sabem que este sistema mundano já está em convulsão.
            Todos os fatos chocantes que vivemos confirmam os sinais que Jesus indicou como aqueles que precederiam a Sua volta e o fim do atual sistema mundano. Jesus vem buscar Sua Igreja e somos nós que decidimos por qual caminho vamos seguir: da vida ou da morte? As tendências cada vez maiores de destruição do planeta evidenciam claramente que o Senhor intervirá na história humana para renovar todas as coisas. O Dia do Senhor virá repentinamente, e Deus fará um acerto de contas com todos os que destroem a Terra e desprezam a sua abundante graça (Ap11.18; 2 Pe 3.10-13).
            Outro fator crítico da atualidade é a explosão populacional, onde se calcula um aumento na ordem de 80 milhões de pessoas por ano, num balanço entre aqueles que nascem e os que morrem no mesmo período.  Então, presumimos que há mais pessoas vivas na face da Terra do que a soma de mortos de todas as épocas até o dia de hoje. Isso explica porque a pregação do Evangelho é de suma importância nesta época. É a hora mais apropriada de saquear o inferno e povoar o céu.
            A morte vicária de Cristo selou o plano divino da redenção. Mas qual seria a vantagem de sermos salvos para continuar vivendo neste mundo de pecado, tristeza, dor e morte? Portanto, o Apocalipse é um livro que traz esperança; garantindo a erradicação total do pecado e a criação de “novos céus e nova terra”. Mas aqueles que não querem um relacionamento sério de compromisso com o Senhor também não serão capazes de se alegrarem quando Jesus vier corporalmente, em glória e poder. A vida eterna com Cristo será apenas uma continuidade do nosso amor e companheirismo espiritual que hoje temos com Ele.
            Os que persistirem até o fim serão os vencedores dignos de herdarem tudo o que Jesus conquistou na cruz do Calvário e desfrutarão de todas as suas incomparáveis promessas. Alegremo-nos porque isto significa que a nossa redenção se aproxima e de nascer um novo mundo!

“Bem-aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem
as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas,
pois o tempo está próximo”- (Ap. 1.3).

quinta-feira, 10 de março de 2011

quarta-feira, 9 de março de 2011

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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

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